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Trabalho forçado na China: jogos online

Na China, há milhares de prisioneiros forçados a dedicar longas horas por dia a jogos de computador. Pode parecer bizarro, mas vai perceber que os ocidentais são os precursores dessa situação – conhecida por gold farming.

World of Warcraft

World of Warcraft

Como em qualquer centro prisional e de reabilitação chinês, os prisioneiros passam 12 horas em trabalhos forçados – trabalhando em minas de carvão ou transformando tábuas de madeira em palitos que acabam por chegar às prateleiras dos nossos hipermercados. Depois desse trabalho árduo, são encaminhados a salas com computadores, onde os guardas prisionais os obrigam a passar longas horas em jogos como World of Warcraft.

Porquê? Por dinheiro. Os guardas prisionais ganham muito mais dinheiro colocando os degredados a jogar online do que com as tarefas “normais”. Isto acontece porque muitos jogadores fanáticos americanos, japoneses e europeus competem pelos rankings de pontos. Na prática, para obter mais pontos é necessário passar níveis e missões. Com a falta de tempo e paciência para tarefas mais rotineiras, os jogadores viciados encomendam determinadas quantidades de pontos em troca de dinheiro para assim subirem nos rankings e terem acesso a melhores armas.

Os guardas maltratam os prisioneiros, batendo-os com tubos de plástico quando o desempenho não é o desejado e para os manter despertos o máximo de tempo possível – acabando estes por ir dormir só quando não era mesmo possível continuarem a jogar. Quando acordam, esperam-lhes outras 12 horas de trabalhos forçados nas minas, fábricas ou estaleiros e outras de jogo.

Apesar de o governo chinês já ter introduzido normas com vista a regularizar esta situação, o número de gold farmers na China tem aumentado. Estima-se que na China existam 100 000 “jogadores encomendados”, perfazendo 80% do total global. Só em 2008, transaccionaram-se 2000 milhões de dólares neste tipo de atividade em território chinês.

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